Fábrica de Trilhos de Trem no Brasil

Algumas empresas se destacam por atuarem em áreas de grande demanda nacional, como é o caso das fábricas de trilhos de trem no Brasil, setor que ficou em evidência quando a greve dos caminhoneiros praticamente parou o país. Os problemas da área já são conhecidos há tempos, entretanto tratados como se não existissem até que casos como o citado acontecem. Para reverter tal situação, existem empresas que fabricam trilhos ferroviários como a Viga Caldeiraria, representada na imagem abaixo.

Fábrica de trilhos de trem no Brasil
Empresa de Caldeiraria em Ipatinga

Continue lendo para saber mais a respeito da história do setor ferroviários brasileiro, sucateado devido ao monopólio da Petrobrás criado na Era Vargas, no qual empresas como a Viga atuam no setido de dinamizar a concorrência.

Sucateamento da malha ferroviária brasileira

Getúlio Vargas ratifica poder da burguesia monarquista

A malha ferroviária brasileira começou a ser sucateada quando Vargas decidiu estatizarr a Petrobrás em seu nascimento. Se isso te surpreende, saiba que é a realidade da maioria dos brasileiros, que são doutrinados em sala de aula a pensarem que Vargas foi alguma espécie de presidente empreendedor quando o caso é justamente o contrário, foi o responsável por validar o poder da antiga burguesia monarquista que se tornou o suporte da república oligárquica após a queda de Dom Pedro II.

Getúlio “se esconde” em reformas internacionais

Quanto as reformas trabalhistas a favor do empregado, que muitos usam-nas para fazerem vista grossa à ditadura Varguista, já aconteceriam de qualquer forma, pois era a vigência européia e americana em termos jurídicos, tanto é que a semana inglesa, assim chamada em referência ao país onde foi primeiramente ratificada, foi implementada no Brasil apenas anos mais tarde, garantindo ao trabalhador o descanso no sábado a tarde.

Getúlio estatiza a “Petrobrás” de capital misto

Ao se decidir por centralizar o protagonismo pela implementação de uma indústria petroleira no Brasil em suas mãos, Vargas tirou do jogo Farquar, um estrangeiro que investia no país e como qualquer outro empresário da época, obviamente, também tinha seu pecados, mas que era responsável por avanços a passo largos que, se apenas regulamentados de forma correta, deixariam o caminho pavimentado a uma economia mais aberta e dinâmica no futuro. Todavia, não foi o que aconteceu, pois Getúlio aproveitou a Guerra do Contestado, que acontecia por desentendimentos da Railway Company com a comunidade local no sul, para remover poderes do investidor gringo e pavimentar sua tragetória como figura defensora do povo.

Os concorrentes brasileiros de Farquar, apesar de frustrados de poderem, eles mesmos, serem os donos do mercado petroleiro, apoiaram Getúlio, pois estavam rancorosos com as seguidas vitórias que, até então, o destemido empreendedor conquistava a passos largos. Dessa maneira, a grande petroleira ficou nas mãos do estado em um monopólio sem paralelo que se extende, ainda, ao refino e distribuição do petróleo.

JK, o presidente que ratificou a dependência do povo ao estado

Depois de já terem sido escravizados pela falta de concorrência gerada pelas decisões da Era Vargas na história da Petrobrás, o povo ainda se vê sob os mandos de Juscelino Kubitschek, chamado de presidente Bossa Nova, pelos baba ovos que o cercavam. Esse canalha taxado de direitista liberal por professores de história militante que, infelizmente, aparelham o sistema educacional brasileiro, foi o responsável pro aumentar ainda mais o poder das grandes empreiteiras e estatais do país, quando decidiu construir uma cidade no meio do nada com a desculpa esfarrapada que era para interiorizar e garantir a posse do teritório nacional. Além disso, também expandiu rodovias e sucateou grande parte da já penalizada malha ferroviária, fazendo com que o povo gastasse ainda mais com o combustível da Petrobrás, empresa que sempre financiou seguidas reeleições de grupos políticos hegemônicos.

Nova oportunidade de dinamizar a ferrovia brasileira

Em vista desses seguidos desastres estratégicos que só resultaram em inflação e corrupção, apartir do novo milênio, a nação encontra nova oportunidade de dinamizar o setor ferroviário. Como protagonista desse cenário, encontram-se algumas grandes empresas, mas, também, empreendimentos menores, como algumas fabricantes de trilhos ferroviários no Brasil, esse é o caso da Viga, que atua a mais de 40 anos no setor e possui clientes como a Vale do Rio Doce, Anglo American e Usiminas. Além disso, essa caldeiraria industrial também fabrica estruturas metálicas relacionadas ao segmento, tais como:

Author: admin
Graduado em admnistração pela UFV, atua na como coordenador de projetos web há mais de dez anos. Já trabalhou em 3 empresas no Vale do Silício e gerenciou mais de 1 milhão no Google Adwords e 100 mil dólares no Facebook.

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